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Indústria25/04/2026· 10 min· Equipa Pharoll
Editorial collage: bazaar versus tower for marketplace vs agency

Marketplace de Creators vs Agência Tradicional: Como Escolher o Modelo Certo

Quando escolher agência ou marketplace de creators — comparação rápida, modelo híbrido, decisão por objetivos e posicionamento Pharoll.

Escolher entre um marketplace de creators e uma agência tradicional não é uma questão de certo ou errado. É uma questão de objetivos, recursos internos e da fase em que a empresa se encontra.

Há marcas que precisam de uma equipa para gerir toda a campanha. Outras preferem controlar o processo, acompanhar métricas em tempo real e decidir com base em dados. Cada modelo resolve problemas diferentes.

Neste guia, explicamos quando faz sentido trabalhar com uma agência, quando um marketplace é a melhor opção e porque muitas empresas acabam por combinar ambos. Para comparar também afiliados e plataformas, leia o guia completo.

Em resumo

  • Agências oferecem estratégia, produção criativa e gestão completa.
  • Marketplaces dão autonomia, transparência e dados em tempo real.
  • Equipas internas tendem a beneficiar de plataformas self-service.
  • Grandes lançamentos continuam a recorrer frequentemente a agências.
  • Em muitos casos, o modelo híbrido oferece o melhor equilíbrio entre criatividade e performance.

Porque surgiram os marketplaces de creators?

Durante muitos anos, trabalhar com criadores significava recorrer quase exclusivamente a uma agência. As agências geriam o casting, negociavam contratos, coordenavam a produção de conteúdos e entregavam relatórios finais.

Este modelo continua a fazer sentido em muitos projetos, mas tornou-se menos eficiente para empresas que querem testar campanhas com rapidez ou otimizar resultados continuamente. À medida que o creator marketing amadureceu, muitas equipas passaram a procurar:

  • Maior transparência sobre custos.
  • Acesso direto aos dados da campanha.
  • Capacidade para testar vários criadores rapidamente.
  • Decisões baseadas em performance, não apenas em perceção.

Foi neste contexto que surgiram os marketplaces e as plataformas de creator marketing.

Comparação rápida

Estratégia — agência excelente, marketplace responsabilidade da marca. Produção criativa — agência excelente, marketplace opcional ou externa. Casting — agência curado, marketplace pela marca. Transparência dos dados — agência limitada, marketplace elevada. Velocidade — agência média, marketplace elevada. Controlo sobre orçamento — agência médio, marketplace total. Escalabilidade — agência média, marketplace elevada. Reporting contínuo — agência variável, marketplace nativo. Otimização contínua — agência parcial, marketplace excelente.

Quando faz sentido trabalhar com uma agência?

Uma agência continua a ser a melhor opção quando a empresa procura um parceiro estratégico para gerir todo o processo. É normalmente indicada para:

  • Lançamentos nacionais de grande dimensão.
  • Campanhas com elevada componente criativa.
  • Produções de vídeo complexas.
  • Campanhas com celebridades ou grandes influenciadores.
  • Empresas sem equipa interna de marketing.

Nestes casos, a agência acrescenta valor através da criatividade, coordenação e execução.

Quando um marketplace é a melhor escolha?

Um marketplace é especialmente útil quando a empresa pretende transformar creator marketing num canal recorrente de aquisição. É uma solução indicada para:

  • Testar campanhas rapidamente.
  • Comparar criadores com métricas consistentes.
  • Controlar orçamento em tempo real.
  • Renovar apenas os melhores parceiros.
  • Construir conhecimento interno sobre creator marketing.

Em vez de depender apenas de relatórios finais, a equipa acompanha a evolução da campanha enquanto esta decorre. Veja seleção de criadores e analytics.

Quando um marketplace não é suficiente?

Nem todas as campanhas devem ser geridas exclusivamente através de uma plataforma. Pode fazer sentido recorrer a uma agência quando existe necessidade de:

  • Produção audiovisual de grande escala.
  • Gestão de eventos presenciais.
  • Relações públicas e comunicação institucional.
  • Campanhas internacionais altamente coordenadas.
  • Campanhas de branding onde a criatividade é o principal objetivo.

Nestes casos, a plataforma continua a poder desempenhar um papel importante na medição de resultados e no reporting.

O modelo híbrido está a tornar-se o padrão

Cada vez mais empresas combinam ambos os modelos. Um exemplo típico:

Agência:

  • Estratégia.
  • Conceito criativo.
  • Produção de conteúdos.
  • Direção artística.

Marketplace ou plataforma:

  • Seleção de creators.
  • Tracking.
  • Links individuais.
  • Analytics.
  • Exportação de dados.
  • Renovação baseada em performance.

Esta abordagem permite manter a qualidade criativa sem perder transparência operacional.

Como a Pharoll se posiciona

A Pharoll não procura substituir as agências. Também não pretende funcionar apenas como um diretório de criadores. O objetivo é fornecer a infraestrutura operacional que torna o creator marketing mais mensurável.

Na Pharoll, as marcas podem lançar campanhas, encontrar creators qualificados, acompanhar métricas em tempo real, exportar relatórios, gerir oportunidades através da Newsroom e criar relações de longo prazo entre marcas e creators.

A plataforma complementa o trabalho criativo das agências sempre que estas participam no projeto. Explore a plataforma e o programa Founding Brands.

Como decidir

Faça estas perguntas antes de escolher.

A sua equipa já consegue gerir campanhas internamente?

Se sim, um marketplace pode acelerar muito a operação.

Precisa sobretudo de criatividade ou de dados?

Se o maior desafio é produzir conteúdos, uma agência pode fazer mais sentido. Se o objetivo é medir resultados e otimizar investimento, uma plataforma tende a oferecer maior controlo.

Vai fazer uma campanha ou pretende criar um canal permanente?

Para campanhas isoladas, ambos os modelos podem funcionar. Para um programa contínuo de creator marketing, plataformas oferecem normalmente maior eficiência operacional.

Qual é o nível de controlo que pretende?

Empresas que valorizam transparência, velocidade e autonomia tendem a beneficiar mais de plataformas self-service.

O futuro passa por colaboração

O debate entre marketplace e agência já não é uma escolha binária. As empresas mais maduras combinam criatividade, tecnologia e dados.

A agência continua a desempenhar um papel importante na estratégia e na produção. As plataformas permitem transformar creator marketing num processo repetível, mensurável e escalável. O resultado é uma relação mais transparente entre marcas, criadores e equipas internas.

Perguntas frequentes

Marketplace substitui uma agência?
Não. Resolve problemas diferentes. Muitas empresas utilizam ambos de forma complementar.
Qual é normalmente mais económico?
Depende do volume e da complexidade da campanha. Para programas contínuos, plataformas tendem a reduzir custos operacionais e aumentar a transparência.
Posso trabalhar com uma agência e utilizar a Pharoll?
Sim. A plataforma pode complementar o trabalho da agência, fornecendo tracking, analytics, reporting e gestão operacional das campanhas.
Quando devo começar com um marketplace?
Quando pretende testar creator marketing com rapidez, comparar criadores com dados consistentes e construir um processo interno baseado em resultados mensuráveis.
O futuro do creator marketing passa por marketplaces?
O mercado aponta para modelos híbridos. A criatividade continua a ser essencial, mas a capacidade de medir, otimizar e escalar campanhas torna-se cada vez mais importante para marcas que investem de forma recorrente.

Não existe um modelo universal. Existe o modelo certo para cada objetivo.

Se procura criatividade de elevada produção e gestão completa, uma agência pode ser a melhor escolha. Se procura rapidez, autonomia, transparência e otimização contínua, um marketplace oferece vantagens claras.

Na prática, muitas organizações acabam por combinar ambos os modelos, utilizando a agência para potenciar a criatividade e uma plataforma como a Pharoll para executar, medir e melhorar continuamente as campanhas.

Quando criatividade e dados trabalham em conjunto, o creator marketing deixa de ser um conjunto de ações isoladas e passa a ser um verdadeiro canal de crescimento. Leia o manifesto de marketing mensurável e o guia Portugal.

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